Dores abandonadas






Antigas espadas
com as quais lutei
lutas que não eram minhas
e sofri por dores que não me diziam respeito 
abandonadas na estrada perene do esquecimento


Comentários

  1. Navega em ondas gigantes a sua imaginação,
    falta-me inspiração para a poder acompanhar
    em ondas tão violentas sem colete de salvação
    nesse mar alteroso não sei se me poderia salvar!

    Desejo-lhe uma boa noite e bons sonhos, Lia Noronha, um beijo.
    Eduardo.

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  2. E assim vivemos, e lutamos, e abandonamos o que ficou para trás.
    Gosto sempre daqui.
    Bjs

    www.lucadantas.blogspot.com.br

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  3. Eduardo; sempre carinhosos e poético por aqui.abraços bem carinhosos a ti.

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  4. Lu: essa busca sempr e continua..nos caminhos da poesia.bjins florzinha querida.

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  5. Olá minha querida amiga e pooeta Lia, navengando no teu blog não me passou despercebido este poema...por muito tempo, privilegiei amigos, pela presença, acompanhava, era o ombro amigo sempre ali, até que fui percebendo que quando de minhas necessidades, digo, atenção, carinho, até assistir a um filme, vinham negativas, fogo amigo rs...foi um divisor de águas e de amigos....este poema fala lindamente poético de um tema até meio dolorido para mim, mas que me fortaleceu e abriu novas fronteiras de amizades...mas não me arrependo das lutas que travei em nome da amizade que sentia, mesmo tendo saido machucado às vezes...(viajei com este poema,obrigado).
    ps. Carinho respeito e abraço.

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  6. Jair devemos aceitar as tais limitacoes humanas...e esperar bem menos!, abracos a ti

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